Crítica | 'Minha mãe é uma peça 2' faz a maior bilheteria da história de um filme nacional e diverte!

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Crítica | 'Minha mãe é uma peça 2' faz a maior bilheteria da história de um filme nacional e diverte!

24.12.2016

 

Paulo Gustavo está "atacado" como Dona Hermínia. O ator e humorista não perdeu a pose e trouxe mais uma vez a personagem regada a muitos palavrões e um resultado que o público quer: risadas. E ele consegue entreter o público até o final. Claro que a história tem alguns problemas, mas nada que faça você sair do cinema no meio do filme.

 

Um dos grandes problemas dessa continuação é a falta de história. Não se sabe pra quê o filme veio e do que se trata. Falta um enredo. Depois é que descobrimos que Dona Hermínia está numa fase triste por causa que os filhos querem bater asas e voar, querem sair de casa. Isso é o suficiente pra que ela entre em parafuso e faça um escândalo. E Paulo Gustavo sabe dar barraco, com muita graça .

 

O filme fica centrado inteiramente em Paulo Gustavo. Apesar do elenco maravilhoso, é ele quem se destaca em todas as cenas, não dando espaço para alguns atores e atrizes brilharem também. Como é o caso de Mariana Xavier, como Marcelina, que consegue se destacar mesmo não tendo falas extensas. A atriz é caras e bocas o tempo todo, na medida certa. Os fãs do filme com certeza amam Marcelina.

 

Patrycia Travassos, que interpreta a irmã de Hermínia, também é um show a parte. A atriz, que anda longe das telinhas, faz uma Lúcia Helena que não presta, aquela típica irmã pentelha e que sabe pegar no pé direitinho. Já Suely Franco, que interpreta a Tia Zélia, é a parte série do filme. A veterana atriz sempre dá um show de interpretação e mesmo não estando lúcida, no filme é claro, faz todos rir com a sua simpatia. 

 

'Minha mãe é uma peça 2' não é melhor que o primeiro, mas sabe fazer rir tanto quanto o primeiro longa fez. Uma divertida comédia, onde o expectador aproveita cada minuto para esquecer do mundo e dar aquela risada. Aliás, o filme levou 290 mil pessoas ao cinema no primeiro dia de exibição, segundo a ComScore. Com isso, o longa se consagra como a maior estreia para filme nacional, batendo 'Tropa de Elite 2' (2010), de José Padilha. Um fenômeno para o nosso país. Vai, que você não vai se arrepender.

 

Nota: 7,0

 

 

 

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